Villa adota a disciplina Pensamento Computacional

Considerada “o inglês do século 21”, aprender a linguagem dos computadores ajuda a desenvolver o raciocínio na solução de problemas.

Alunos do Villa Campus de Educação

 

“Compreender o idioma dos computadores, robôs e dispositivos digitais é um fundamento que não pode mais ser adiado para o segundo grau ou universidade, nem ficar restrito aos profissionais da área”, afirma o diretor geral do Villa Campus de Educação, Alexandre Magno. Acompanhando as transformações cada vez mais velozes e disruptivas do mundo moderno, o Villa mais uma vez sai na frente com inovações na sua estrutura de ensino, incluindo a disciplina Pensamento Computacional no currículo escolar a partir do Ensino Básico. Trata-se do ensino de uma habilidadecriativa, crítica e estratégica de usar os fundamentos da computação nas mais diversas áreas de conhecimento com a finalidade de resolver problemas de uma maneira individual ou colaborativa.

 

A disciplina oferece para alunos, a partir de 4 anos, recursos didáticos que reúnem o melhor dos movimentos CODE, que desenvolve habilidades cognitivas através do aprendizado de programação, e MAKER, que solidifica o conhecimento abstrato a partir da manipulação e construção de objetos concretos, a famosa “aprendizagem mão na massa”.

Segundo o diretor geral do Villa, o que direcionou investimentos nessa área foi a constatação de que a linguagem computacional possui hoje a importância equivalente à necessidade de se dominar a língua inglesa no século passado. E esta habilidade já é denominada de o “inglês do século 21”. De acordo com estudos realizados em diversos países desenvolvidos, aprender a programar possibilita desenvolver postura de protagonismo, competências de manipulação e seleção de informações, criatividade, comunicação, raciocínio crítico e pensamento sistêmico. Ensina a trabalhar ainda com o erro, formular hipóteses e resolver problemas, a ter iniciativa, disciplina, empatia e plasticidade mental, além de aprimorar competências interpessoais e de colaboração.

 

Novos laboratórios

 A introdução desta nova disciplina absorveu investimentos em recursos didáticos especiais. Por isso, o Villa construiu dois novos laboratórios para receber a disciplina Pensamento Computacional, chamados Villa Code & Maker Lab. Os espaços possuem computadores Raspberry Pi -equipamentos do tamanho de um cartão de crédito, que se conectam a um monitor de computador ou TV, e usam um teclado e um mouse padrão, desenvolvidos no Reino Unido pela Fundação Raspberry Pi. Todo o hardware é integrado numa única placa. Tudo isso em um ambiente moderno e criativo para aulas práticas da disciplina.

 

Mais do que criar programas que rodam em navegadores e apps, é importante que os alunos entendam a computação em toda sua amplitude atual. Desde fundamentos de eletrônica e robótica, até a computação embarcada (programação embutida em pequenos dispositivos, chamados “inteligentes”) e a internet das coisas (dispositivos inteligentes que comunicam entre si e com a Internet). “Como o foco é o pensamento computacional e não os conhecimentos da tecnologia em si, o Villa visa prover exercícios que exijam a aplicação do pensamento computacional mesmo sem computador (off-line), para habituar os alunos a aplicarem essas habilidades na resolução de qualquer problema”, explica Magno.

 

Para esclarecimentos adicionais, favor contatar:

ATcom – Estratégia, Relacionamento e Conteúdo (71) 3271.7171

Andréa Castro (71) 99982-5905 I andrea@agenciaat.com

Cinthya Medeiros (71) 99918-9636 I cinthya@agenciaat.com

Compartilhe nas redes sociais