Olimpíada Baiana de Química contribui para a popularização da disciplina

Em 2018, mais de 5 mil estudantes baianos se inscreveram para participar da 13ª OBAQ, que teve o apoio da Braskem, Brasilgás, Dow, Fapesb, Fundação CefetBahia e SESI-FIEB

Foto: Divulgação

Em 2018, a Olimpíada Baiana de Química (OBAQ) atraiu mais de 5 mil estudantes, que se inscreveram para participar da competição, que buscadescobrir jovens talentos, despertar aptidões, além de incentivar e estimular o ensino, estudo e a pesquisa na área. Desse total, 65% dos inscritos eram de estudantes da rede pública. Este ano, as provas da segunda fase foram feitas por 1.277 alunos e aplicadas, simultaneamente, em 69 municípios baianos.

A OBAQ é uma atividade de extensão do Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em parceria com Programa Nacional Olimpíadas de Química, promovido pela Associação Brasileira de Química (ABQ). Em sua 13ª edição, a Olimpíada Baiana de Química teve o apoio da Braskem, Brasilgás, Dow, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Fundação CefetBahia e SESI-FIEB. “A premiação da OBAQ é uma forma de valorizar e reconhecer o esforço dos estudantes que se dedicam ao estudo da Química e além de ser um fator motivacional para que outros estudantes”, garante professor Lafaiete Cardoso, coordenador da Olimpíada Baiana de Química.

O estudante Henrique Barros Oliveira, de 17 anos, foi um dos inscritos aprovados para a segunda fase da Olímpiada. O jovem conquistou a medalha de Ouro e o feito de ser o primeiro colocado na classificação geral da competição. “Foi a realização de um grande sonho. Estudei muito para isso, mas nunca esperei estar no 1º lugar geral da Olimpíada. Foi muito emocionante. Minha família toda estava presente no momento do anuncio, minha avó inclusive chorou”, afirma o aluno do 3º Ano do Colégio Antônio Vieira.

“A preparação para a OBAQ me ensinou a estudar, a filtrar os assuntos, além da rotina de estudar sozinho”, explica Henrique, que dedicou quatro horas por semana especificamente para a Olimpíada. Ele conciliou os estudos com a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), onde pretende disputar uma vaga para o curso de Engenharia Aeroespacial na Universidade São Paulo (USP).

O professor de Química do Colégio Antônio Vieira, Álvaro da Silva Vieira Filho, que ajudou na preparação de Henrique, ressalta a importância da OBAQ no incentivo ao estudo da Química como diferencial na vida dos alunos do Ensino Médio. “Num primeiro momento os estudantes se sentem desafiados, depois ganham autoestima e finalmente desenvolvem um autodidatismo e se sentem cada vez mais motivados a participar de outras olimpíadas do conhecimento e dedicarem ao estudo de uma forma diferenciada”, explica.

Outro estudante que passou a valorizar mais a Química depois de se preparar para a Olímpiada Baiana foi José Carlos Anunciação Rocha Neto, de 16 anos. “Percebi que tinha mais facilidade com esta matéria do que com as demais. A olímpiada me incentivou a estudar mais, e percebi que poderia ser reconhecido através desta matéria”, ressalta o estudante do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Integral, que ficou entre os cinco primeiros colocados na classificação geral da OBAB 2018.

A estudante Beatriz Barbosa Oliveira Falheiros, ficou com o segundo lugar geral, recebendo a Medalha Profa. Nair da França e Araújo, que foi a primeira mulher a se graduar em Química na Bahia, em 1954. Já o estudante do 3º ano do Colégio Militar de Salvador, Gabriel Alonso dos Santos ficou com o 3º lugar e Catarina Secundino de Araújo, do 3º ano do Colégio Sartre Coc – Itaigara, conquistou a 4ª posição na classificação geral. Os melhores colocados foram anunciados durante cerimônia realizada reitoria da UFba, no final de outubro. Eles foram premiados com notebooks, ofertados pelas empresas apoiadoras do evento.

 

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Com uma visão de futuro global, orientada para o ser humano, os 8 mil Integrantes da Braskem se empenham todos os dias para melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico. É a maior produtora de resinas das Américas, com produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e receita líquida de R$ 50 bilhões em 2017. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

 

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